Indústria da mendicância.

Oi amiga Rita,

Vi esta apresentação PPs., muito bonita por sinal, bela musica.

Achei muita coisa p/ pouca mensagem, além do que o autor do texto era uma pessoa esquisita exatamente nisto, eu não precisei ir falar com seu ninguém, dar comida p/ dog d ninguém p/ m condoer, saber d cestas situações das pessoas, eu conheço um acaso bem semelhante, mas d um carroceiro que vive pelas bandas do parque do Ibirapuera, Rua Curitiba e imediações, que carrega na sua carrocinha d mão, uns 6 cachorros, que é a casinha d todos. Comento de passagem como os dogs deste moço e ele, tmb é muito burro, tá loco, fica carregando os dogs quando anda pela rua, se os seus animais precisam d exercício como qualquer dog, geralmente noto que a maioria vai andando acompanhando a carrocinha, mas sempre tem um ou dois q são folgado e vão fazendo peso na carroça de mão, sem nem uma necessidade, imagino que o carroceiro leva dentro p/ exibir e mostrar p/ o povo q cuida bem dos seus animais, só a carroça destas de levar lixo reciclável deve pesar vazia uns quase 100 Kg, com rodas de carro, destas q agente vive topando pela cidade atrapalhando o transito, mas este homem só levas seus dogs, não carrega entulho nem nada, nem usa p/ faturar uns trocados, prefere não trabalhar e utilizar-se daquela condição e seus animais p/ viver de esmolas, até por que não dá trabalho, nem tem patrão e fatura bem.

Já vi muita gente comentando deste morador de rua, inclusive veterinários da região que dá assistência gratuita aos dogs do moço, além d outras pessoas q dizem q ajuda com esmolas, roupas, alguma comida e ele vai vivendo da caridade alheia, principalmente porque é mais fácil. Com tudo isto ele leva a vida melhor do que muito trabalhador, que não poderia com dois (2) salários mínimos (R$ 760,00) sustentar tantas bocas em casa, de 5 ou 6 cães, sendo a maioria de porte médio, cada um come um bom bocado de ração, mas q ele ganha de graça de pessoas d bom coração.

Lembrei que este cidadão já foi alvo de reportagem jornalística, com foto e tudo, estória dos animais e etc…, além d encontrá-lo sempre, pois freqüento as imediações, só que como tenho dog, tmb, eu preciso evitá-lo, pois os dogs do moço são bravos e de poucos amigos com outros dogs, até porque foram pegos na rua, e é normal que dog d rua tenha medo de outros dogs, pessoas e etc…, só como agora estão em matilha e são muitos, eles ficam mais agressivos, mas até hj não deu confusão, até porque eu sabendo disto evito situações complicadas ao cruzar na rua com ele.

Todos dão peixe, mas ninguém dá uma força p/ este homem pescar e voltar a ter endereço fixo, identidade, e dignidade d ser humano.

 

Fica num circulo vicioso, da preguiça, inclusive das pessoas q ajudam, pensando que estão sendo caridosas, q estão comprando um pedacinho no céu ajudando a tão maltrapilho c/ seus 5 ou 6 dogs, todos moradores d rua, usando tal situação até quem sabe aplacar suas consciências de quem pode ajudar, e nada faz, utilizando-se de sua imensa caridade e bondade, ajudando a perpetuar esta condições d miserabilidade deste sem teto e descamisado.

Dando-lhe peixe em vez de ensinar a pescar, ajudar a tirar este homem desta situação, dar um emprego, por exemplo, assim iria trabalhar por seu sustento e não mais depender de esmolas.

Toda moeda tem duas faces, a mesma estória tem várias versões, sempre há um outro ponto de vista.

Outro dia numa reportagem na tv, acompanharam com câmera oculta um destes pedintes que vivem esmolando pelas ruas das grandes cidades, em trapos, exibindo condição como esta que estamos falando, a reportagem mostrou da bela casa na periferia que ele saiu, com carro zero Km, do ano 2007 no caso, parou perto da esquina que esmola, já em seus trajes maltrapilhos de trabalho, fechou, acionou o alarme, e foi trabalhar esmolando na tal esquina perto do centro de SP. Se na esquina movimentada, de cada 50 pessoas q passam, uma s condói do que vê, e dá esmola de R$ 0,50, ao passar 2 mil pessoas, vai ser uns R$ 20,00, a coisa é bem por ai, melhor do que muito emprego, só que neste vc tem estabilidade, nem atura chefe, nem patrão, em dias de chuva fica prejudicado, mas quando sair o sol d novo, entra mais cedo p/ compensar, a final alguém tem q botar combustível no carro do ano do pedinte, né! Informações da Prefeitura de São Paulo, diz que o mercado da mendicância fatura, só em sampa R$ 25 milhões p/ ano, e que 90% dos pedintes, não precisam desta atividade, mas a escolheram pelo ganho fácil, e por pagar bem.

O tema do seu PPS foi bem este, heim, uma das facetas da grande indústria de bilhões de dólares, ou euros, ou real, tão antiga quanto à prostituição, uma das atividades lucrativas desde que o mundo é mundo, são milênios de mendicância!

Na Europa e Eua não é tudo isto, pois lá o inverno é de extremo rigor com temperaturas abaixo de zero, sendo assim, não há clima p/ morador de rua, dormir ao relento significa morte certa e rápida, e que todos sabem, inclusive o Estado que procura evitar tal situação de muitas mortes no inverno e aloja e alimenta este povo quando a temperatura está próxima a zero graus, apesar disto, sempre tem um ou outro que acaba perecendo, mas em níveis bem aceitáveis de 2 ou 3 por nevasca, eu acho pouco, s fosse no Brasil, seriam 20 ou 30, pois num país de clima tropical dá p/ efetivamente morar na rua e dormir com teto de estrelas. Só no parque do Ibirapuera tem uns 5 moradores q dormem sob os bancos, gramados e etc., e que o Maisena, que loca bicicletas já tentou ajudar empregando, mas eles não querem trabalhar, e optaram por abrir mão do serviço de bicicletaria para se dedicar somente a mendicância, curioso que não vejo este povo mendigando no parque, nunca, mas sempre estão com um marmitex p/ refeição, que acabam largando o resto e o Tobby sempre acha e termina o marmitex do povo. Toda vez que o Tobby vai no parque come muita porcaria, que acha pelo chão, e que as pessoas dão, tmb, bem como a ração de gatos, que uma senhora caridosa pões p/ os bichanos do parque, todos os dias, e o Tobby já sabe exatamente onde elas estão.

Voltando p/ o tema mendicância, é bem esta a realidade que eu convivo, e observo, isto é, sou testemunha viva desta realidade mundial.

Muitos dos sem teto, que invadem fazendas e propriedades produtivas, e que destruiu o laboratório de pesquisas de uma indústria, ano retrasado, o MST Movimento dos Sem Terra(teto), que acabou s transformando no único foco de terrorismo no Brasil, a maioria do assentados deste movimento, revende as terras e não trabalham nunca nelas, muitos porque nada sabem sobre atividade agrícola, outros porque não querem nem um tipo de trabalho, pois sua única atividade é invadir e viver na aba dos outros, ou do movimento, que bloqueia estradas e saqueiam caminhões tanto de gêneros alimentícios, sob a desculpa de arrumar comida p/ os invasores acampados, bem como outros tipos de cargas, de bens de consumo, só que estes furtos nada explicam, nem justificam, mantem-se silêncio disto.

Recentemente foi divulgado que a devastação da Amazônia continua de vento e poupa, e foi apurado pela imprensa que tal devastação é feito com recursos públicos de pseudos assentamentos destes sem teto, que vendem, sim a madeira do terreno quando revendem o terreno p/ as madeireiras, ou seus testas de ferro. Uma vergonha nacional, e exemplo de como se gasta dinheiro público sem nem um controle, sem nem um critério razoável, bem como, o poder econômico e político das madeireiras que atuam na região amazônica.

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Sobre ricbrsp

Nascido em Lins/SP, criado na Capital paulista, formado advogado pela Unb (Brasília-DF), é autônomo em sampa, divorciado, vive com seus filhos. Ocupando meu espaço na web.
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